Para devs, analistas, PMs e engenheiros no ecossistema do Vale do Pinhão. O inglês que falta não é de gramática — é a fluência para se comunicar com segurança quando o time está em Dublin, San Francisco ou Amsterdã.

Curitiba ocupa a 149ª posição no ranking mundial de ecossistemas de startups segundo o StartupBlink 2025 — 3ª no Brasil, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, com crescimento de 8,5% ao ano. O Vale do Pinhão abriga mais de 600 startups e os três únicos unicórnios fora de São Paulo: EBANX (fintech líder em pagamentos internacionais), MadeiraMadeira e Olist. O EBANX, por exemplo, exige inglês avançado em praticamente todas as suas vagas de tecnologia.
Nesse cenário, a competência técnica dos profissionais de TI curitibanos não está em discussão. O que limita o crescimento de carreira — e o acesso a vagas remotas com remuneração em dólar ou euro — é a barreira do inglês falado. Não é gramática. É confiança para se comunicar com naturalidade numa daily com o time em Londres, explicar uma decisão técnica para um stakeholder em Nova York, ou se sair bem numa entrevista para uma startup em Berlim.
A maioria dos profissionais de TI em Curitiba lê documentação em inglês sem problemas, entende tutoriais no YouTube e consegue escrever código comentado em inglês. O problema aparece quando a câmera abre na daily e é preciso falar.
Segundo pesquisas do mercado de trabalho em tecnologia, a proficiência em inglês falado permanece como o principal gargalo de profissionais brasileiros tecnicamente competentes que buscam vagas remotas internacionais. A diferença entre um dev que consegue uma vaga em dólar e um que não consegue raramente é técnica — é linguística.
As situações onde o inglês faz diferença no dia a dia de TI:

O programa é construído em torno das situações reais do seu trabalho — não de um currículo genérico de escola de idiomas. Cada sessão é focada no que você realmente usa:
Daily stand-ups, sprint planning, retrospectivas, refinements. O vocabulário exato de Scrum e Kanban em inglês, com prática de situações reais em equipes internacionais.
Code reviews, pull requests, discussões de arquitetura, explicação de decisões técnicas para não-técnicos. Como ser preciso sem ser hermético.
Como apresentar resultados, demos e roadmaps para líderes internacionais. Estrutura clara, vocabulário de produto e a confiança para responder perguntas na hora.
Slack assíncrono, e-mails profissionais, documentação, READMEs e tickets. O inglês escrito que transmite competência e profissionalismo.
Preparação completa para processos seletivos em inglês — behavioral questions, system design, whiteboard coding e negociação de proposta. O inglês que separa candidatos.
Conversação fluente em meetups, conferências e comunidades técnicas internacionais. Como construir relacionamentos profissionais com confiança num ambiente global.
Além da fluência conversacional, o programa cobre o vocabulário específico do ambiente de tecnologia — aquele que aparece todos os dias no trabalho:
Saber essas palavras em isolamento não é suficiente — você precisa usá-las com naturalidade no contexto certo. O programa da i12 Speak English treina esse vocabulário em situações reais: dentro de dailies simuladas, e-mails, code review discussions e apresentações técnicas.

O mercado de trabalho remoto em tecnologia é um dos mais promissores para profissionais brasileiros em 2025. Devs brasileiros contratados por empresas americanas recebem tipicamente 50 a 70% do equivalente on-site nos EUA — mantendo o custo de vida de Curitiba. É a arbitragem mais vantajosa disponível para quem trabalha com tecnologia.
O EBANX — um dos unicórnios curitibanos — exige inglês avançado em praticamente todas as suas posições de tecnologia. A Olist, a MadeiraMadeira e centenas de outras empresas do Vale do Pinhão têm o inglês como requisito crescente à medida que escalam internacionalmente.
Plataformas como Toptal, Upwork e Arc.dev conectam desenvolvedores brasileiros a empresas americanas e europeias — mas o processo seletivo é 100% em inglês. A barreira de entrada não é técnica. É linguística.
O programa é adaptado para o seu cargo, stack e objetivos específicos:
Back-end, front-end, full-stack e mobile. Foco em code reviews, comunicação em PRs, daily meetings e entrevistas técnicas para vagas remotas.
Que trabalham com times internacionais ou produtos com escopo global. Apresentações, roadmaps, stakeholder management e comunicação de decisões de produto em inglês.
Que precisam apresentar análises para executivos internacionais, escrever relatórios técnicos em inglês e participar de conferências da área.
Arquitetos e tech leads que discutem decisões técnicas complexas com times globais, conduzem system design sessions e apresentam soluções para comitês internacionais.
Veja também nossa página de inglês para TI com o programa completo para profissionais de tecnologia em todo o Brasil.
Por que profissionais de TI em Curitiba precisam de inglês?
Curitiba é a 3ª cidade do Brasil para startups (StartupBlink 2025), sede de três unicórnios e de um ecossistema que cresce 8,5% ao ano. O EBANX exige inglês avançado em praticamente todas as vagas de TI. Vagas remotas internacionais — que pagam 50 a 70% do equivalente americano — têm o inglês como requisito de entrada. Não é diferencial: é filtro.
O programa cobre o vocabulário técnico da minha área?
Sim. O programa é construído em torno do seu perfil técnico específico — se você é dev back-end, o vocabulário é diferente de um PM ou de um data scientist. As sessões cobrem o inglês técnico que você usa no trabalho, não um currículo genérico.
As aulas são individuais?
Sim. Todas as aulas são individuais e completamente personalizadas. Não há turmas — você tem 100% da atenção do professor, com conteúdo adaptado para o seu stack, seu nível atual e seus objetivos de carreira.
O professor tem experiência com o ambiente corporativo de tecnologia?
Sim. Sam é professor nativo de Vancouver, Canadá, com TESL Diploma pela UBC e experiência como consultor na KPMG. Entende processos corporativos, comunicação em ambientes profissionais e o que funciona quando a câmera abre numa daily com o time no exterior.
Inglês para TI nos bairros de Curitiba com maior concentração de profissionais de tecnologia:
Outros programas em Curitiba:
Recursos de prática:
Curitiba está no mapa global da tecnologia. EBANX, MadeiraMadeira, Olist e centenas de outras empresas do Vale do Pinhão já operam globalmente. Os profissionais que crescem nesse ecossistema têm algo em comum: se comunicam bem em inglês quando o momento importa. A primeira aula é diagnóstica e gratuita.
Ou envie um e-mail: contato@i12speakenglish.com.br