Para profissionais que escolheram o bairro que mais cresce em Curitiba — e que sabem que o inglês é o próximo passo natural para quem já exige o melhor em tudo.
Sem compromisso · Primeira aula diagnóstica gratuita

Ecoville — verticalização planejada com 113 m² de área verde por habitante

Parque Barigui — 140 hectares de área verde na porta do Ecoville

Rua Dep. Heitor Alencar Furtado no outono — liquidâmbares avermelhadas, cartão-postal do bairro
O Ecoville não existe oficialmente. Segundo o IPPUC, Curitiba tem 75 bairros registrados e nenhum deles carrega esse nome. O que todo mundo chama de Ecoville é, na prática, a junção de partes dos bairros Mossunguê, Campo Comprido e Campina do Siqueira — criados ao longo da Conectora 5, o eixo viário planejado na década de 1970 por Jaime Lerner para ligar a zona oeste ao Centro de Curitiba.
O nome Mossunguê vem do Tupi-Guarani e significa "lugar agitado" — uma referência à crença indígena de que a região era marcada por ventos constantes. Por décadas, era conhecida internamente no IPPUC apenas como "Nova Curitiba". Os próprios curitibanos desprezavam a área: "é longe, não tem nada, liga nada a lugar algum", diziam os moradores da época.
A virada começou em 1994, quando quatro construtoras — Thá, Moro, Hauer e Casa — lançaram simultaneamente os primeiros edifícios de alto padrão na Conectora 5. A campanha de lançamento, que custou R$ 350 mil e apresentou a região como um "novo conceito de viver bem", cunhou o nome Ecoville. Um dos primeiros prédios foi o Residencial Palais Lac Léman, da Helvetia Construtora, com 24 pavimentos e apartamentos de 820 m².
A rua mais fotografada do outono: A Rua Deputado Heitor Alencar Furtado — uma das três vias do sistema trinário da Conectora 5 — é hoje um dos endereços mais fotografados de Curitiba. No outono, as liquidâmbares plantadas ao longo da canaleta do biarticulado ficam com folhas de tons avermelhados intensos, transformando a rua num cartão-postal que atrai fotógrafos, noivos e turistas. As árvores têm cerca de 25 anos — e podem viver mais de 200.

O Ecoville é a região que mais cresceu em Curitiba na primeira década dos anos 2000: 5,56% ao ano, contra 0,99% do restante da cidade. O número de moradores aumentou mais de 70% nesse período. Hoje representa 15% de todos os lançamentos imobiliários de Curitiba — rivalizando com o Batel em preço por metro quadrado.
A renda familiar média no Ecoville (Mossunguê) é superior à do restante da cidade: 32,2% da população tem renda acima de R$ 5,5 mil, quando em Curitiba como um todo apenas 16,2% está nessa faixa. É o bairro de quem escolheu viver bem — e que naturalmente exige o mesmo padrão da sua formação profissional.

O Ecoville concentra dois dos maiores polos universitários de Curitiba no mesmo bairro. Na Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 500, fica o campus da UTFPR — Universidade Tecnológica Federal do Paraná — com cursos de Engenharia, Matemática, Química, Física e Mecânica. Ao lado, o campus sede da Universidade Positivo ocupa mais de 400 mil m², com 7 blocos, cerca de 200 laboratórios, 57 cursos de graduação e o Teatro Positivo — com 2.400 lugares, o maior do Paraná.
Esse ecossistema universitário gera um perfil profissional muito específico no Ecoville: engenheiros de software, analistas de sistemas, desenvolvedores, pesquisadores e empreendedores de tecnologia que circulam pela região e que têm o inglês como requisito cotidiano — seja para trabalhar com times distribuídos globalmente, contribuir para projetos open source, ou se candidatar a vagas remotas em empresas estrangeiras.
O bairro também fica vizinho do Vale do Pinhão, o ecossistema oficial de inovação de Curitiba com mais de 1.400 startups e três unicórnios. Muitos dos fundadores e funcionários dessas empresas moram no Ecoville — atraídos pela qualidade de vida, a proximidade com o Parque Barigui e os edifícios de alto padrão a preços que ainda disputam com o Batel.
O perfil profissional do Ecoville é jovem, qualificado e com visão internacional. Quem mora nos edifícios da Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza ou da Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi trabalha — em grande parte — em tecnologia, startups, engenharia, pesquisa aplicada ou negócios com escopo internacional. Para esse público, o inglês não é um item no currículo: é a língua em que parte do trabalho acontece.
As barreiras mais comuns que esse perfil encontra não são de gramática — são de confiança e fluência para se comunicar com naturalidade quando o que está em jogo é uma reunião importante, um pitch para investidores estrangeiros, ou uma entrevista para uma vaga remota numa empresa global.
Profissionais com inglês fluente ganham até 61% mais do que os sem o idioma. No Ecoville, onde a renda já é quase o dobro da média da cidade, esse diferencial representa promoções, projetos internacionais e acesso a oportunidades que simplesmente não existem para quem não fala inglês com segurança.
As situações que mais exigem inglês no dia a dia dos profissionais do Ecoville:
O treinamento é adaptado ao seu setor, nível atual e objetivo específico:
Devs, PMs, analistas e engenheiros que trabalham com times distribuídos ou contribuem para projetos internacionais. Inglês para TI com foco em daily meetings, documentação técnica e comunicação ágil.
Fundadores de startups que buscam capital estrangeiro ou escalam seus negócios globalmente. Inglês para empreendedores com foco em pitch, negociação e expansão internacional.
Da UTFPR e da Universidade Positivo que precisam de inglês para publicações, intercâmbios e participação em congressos internacionais. Inglês técnico e acadêmico com professor nativo.
Que gerenciam equipes globais ou se reportam a matrizes no exterior. Inglês para executivos com foco em liderança, persuasão e comunicação estratégica em inglês.
O inglês que faz diferença no Ecoville não é o de curso genérico — é o que funciona nas situações reais que você enfrenta:
A barreira que mais impede profissionais qualificados do Ecoville de avançar internacionalmente não é a falta de competência técnica — é a insegurança para se comunicar em inglês quando o momento importa. Treinamento focado com professor nativo resolve exatamente isso.
O Ecoville foi planejado para quem quer qualidade de vida sem abrir mão da praticidade. As aulas de inglês da i12 Speak English seguem a mesma filosofia: sem deslocamento, sem horários fixos engessados, totalmente adaptadas à sua rotina.
As aulas acontecem ao vivo pelo Google Meet, com horários combinados diretamente com o professor. Antes do trabalho, depois de um treino no Parque Barigui, no intervalo da tarde perto da Mercadoteca na Rua Paulo Gorski, ou no fim de semana — você escolhe.
O formato individual garante que cada sessão seja 100% focada em você: o vocabulário da sua área, as situações reais do seu trabalho e o nível em que você está hoje. Zero tempo perdido com conteúdo que não se aplica à sua realidade.
Entre as aulas, você continua evoluindo com exercícios de listening em inglês e gramática e vocabulário disponíveis direto no site.

Ecoville é um bairro oficial de Curitiba?
Tecnicamente, não. Segundo o IPPUC, Curitiba tem 75 bairros registrados e nenhum deles se chama Ecoville. O nome foi criado pelo mercado imobiliário em 1994 para designar os lançamentos ao longo da Conectora 5, que abrange partes dos bairros Mossunguê, Campo Comprido e Campina do Siqueira. Hoje é uma das marcas imobiliárias mais reconhecidas de Curitiba — similar ao que aconteceu com o Bigorrilho e seu apelido Champagnat, mas ao contrário: aqui foi o nome de marketing que venceu.
O que significa Mossunguê?
Mossunguê é um termo do Tupi-Guarani que significa "lugar agitado". Acredita-se que os indígenas chamavam assim a região por observarem que os ventos eram constantes e frequentes naquele local. O nome sobrevive como o nome oficial do bairro — ainda que poucos usem.
As aulas são individuais?
Sim. Todas as aulas são individuais e completamente personalizadas. Não há turmas — você tem 100% da atenção do professor em cada sessão.
O professor é nativo?
Sim. Sam é professor nativo de Vancouver, Canadá, com TESL Diploma pela UBC e experiência como auditor externo e consultor na KPMG. Tem formação em administração de empresas e entende o ambiente corporativo e de tecnologia por dentro.
Atendemos profissionais em toda Curitiba. Se você mora ou trabalha em outra região:
O Ecoville foi desprezado por anos — "longe, sem infraestrutura, não leva a lugar nenhum" — até que em 1994 algumas construtoras enxergaram o potencial e apostaram. Hoje é o bairro que mais cresce em Curitiba e um dos endereços mais cobiçados do sul do Brasil. O inglês funciona da mesma forma: muita gente ignora até entender o que estava perdendo. A primeira aula é gratuita e diagnóstica.
Sem compromisso.
Ou envie um e-mail: contato@i12speakenglish.com.br